|
Maria
da Glória Sá Rosa - Or. MS - é professora licenciada
foi Presidente da Fundação de Cultura do Estado.
Nasceu em Mombaça - CE, no dia 4 de novembro de 1927
Casada com o Engenheiro Agrônomo e Pecuarista, José
Ferreira Rosa
Tem quatro filhos e seis netos.
Radicou-se em Campo Grande
onde exerceu o magistério e transformou-se em excepcional agente de cultura.
Licenciada em Línguas Neolatinas e é diplomada
em Francês.
Fou, dirigiu e chefiou alguns departamentos chaves de faculdades
do Estado.
Lecionou: Língua Portuguesa, Literatura Brasileira,
Teoria da Literatura e Prática de Ensino de Português,
nas principais Escolas Superiores e escolas secundárias,
além das línguas: Francês e Espanhol
Fundou e dirigiu a Aliança Francesa - CG; a revista
Estudos Universitários/FUCMAT, na qual publicou alguns
ensaios.
Criou o Teatro Universitário de Campo Grande e organizou inúmeros festivais de música e teatro.
Criou um Cine-Clube. Também
dirigiu a Fundação de Cultura da Secretaria
de RH/1 979
Coordenou e assessorou Cursos Universitários e Núcleo
de Serviços Culturais.
Seu nome está ligado a todas as iniciativas culturais a partir de 1960.
Organizou Festivais de MPB
Dirigiu o projeto Prata da Casa, responsável por espetáculos
de música ao vivo e pela edição de disco
de músicas da região.
Foi Secretária - adj. da Secretaria de Desenvolvimento
Social;
Diretora Executiva da Fundação de Cultura;
primeira Presidente do Conselho Estadual de Cultura; Superintendente
da Secretaria de Cultura e Esportes; Presidente da Fundação
de Cultura.
Foi agraciada com os títulos de "Cidadã
de sua cidade" e recebeu a Medalha do seu "Centenário";
conquistou a Medalha do "Mérito Legislativo";
a da "Ordem do Mérito do Estado" e a de "Honra
ao Mérito";além da Medalha da BPW/CG -99.
Ocupa a cadeira nº 19 da Academia Sul-Mato-Grossense de Letras.
Autora de ensaios artigos e livros didáticos, quase
sempre em parceria com colegas de magistério.
Dentre suas obras, destacam-se:
Memória da Cultura e da Educação em Mato Grosso do Sul (1990),
Deus Quer, o Homem Sonha, a Cidade Nasce (1999),
Crônicas de Fim de Século (2001),
Contos de Hoje e Sempre Tecendo Palavras e
Artes Plásticas em Mato Grosso do Sul (este em co-autoria com Idara Duncan e Yara Penteado).
Proferiu várias conferências Acadêmicas
É colaboradora sistemática do jornal Correio
do Estado.
Analisando a sociedade conclui que, "apesar do progresso
tecnológico estamos ao sabor da violência, sem
soluções práticas para a resolução
dos graves problemas sociais".
Para ela o meio ambiente deve ser, primordial por se tratar
de extensão do próprio homem.
Admira: Madre Tereza de Calcutá; João Paulo
II; D. Helder Câmara e João Cabral de Mello Neto.
Autores preferidos: Garcia Lorca; Marcel Proust; Jorge Luís
Borges; Saramago; Machado de Assis, Drummond de Andrade; Manoel
de Barros e Raquel Naveira.
Passatempo é ler, escrever e ver bons filmes.
Livro de cabeceira, "Grande Sertão Veredas",
de Guimarães Rosa.
A corrupção, a mentira, a hipocrisia e o egoísmo
dos políticos a indgnam e espera que, no novo milênio,
haja mais generosidade e que os meios de comunicação
sirvam para estreitar a relação entre os povos.
|