Ercilia Simone Dalvio Magaldi
Remessa da parte do Irm
Joel Affonso
PIETISMO – (exemplo: Kant) ponto de partida é a doutrina da predestinação (Igreja Reformada) – leva à prova da ação moral, como princípio absoluto. O pietismo se desenvolveu dentro do movimento calvinista, do qual foi gradativamente se afastando e, na mesma proporção se aproximando do luteranismo, sob a liderança de P. J. Spener (1635-1705) e A. H. Francke (1663-1705). Sua doutrina básica é: fé e obras. A religião prática e íntima em detrimento da teologia dogmática. Acreditavam que Deus abençoava seus escolhidos com o sucesso de seu trabalho. No pietismo a emoção podia ter tanta intensidade que a religião assumia um caráter positivamente histérico, resultando na alternação conhecida por exemplos diversos e numerosos e neuropatologicamente compreensíveis, de estados semiconscientes, de êxtase religioso com períodos de exaustão nervosa que eram sentidos como abandono de Deus. (Imaginem um pietista pobre e que apesar de seus esforços no trabalho, de sua conduta ascética, ainda assim permanece pobre, e ainda, imaginem um rico pietista que apesar de seus esforços perde sua riqueza e se vê pobre, esse é um sinal legítimo de que Deus os abandonou). “A racionalização prática da vida do ponto de vista da utilidade era essencial para a filosofia de Zinzendorf. Para ele - como para outros pietista – ela derivava, por um lado, de sua decisiva aversão pela especulação filosófica, perigosa para a fé e de sua correspondente preferência pelo conhecimento empírico por outro lado”.
Weber acredita que “o pietismo significou apenas a penetração da conduta metodicamente controlada e supervisionada – deste modo ascético – nas seitas não calvinistas”.
O pietismo influenciou a Revitalização Evangélica (Movimento Revivalista).
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